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OCT
02
2018

Criação de peixes em cativeiro cresce 49% na Bahia, revela IBGE

Foto EBC

Que os baianos gostam de consumir peixe, não é novidade. Mas fazer da piscicultura uma fonte de renda tem sido uma atividade nova para muitos produtores.

A criação de peixes em cativeiro cresceu 49% na Bahia, de acordo com o IBGE. O desempenho fez o estado subir duas posições no ranking nacional dos maiores criadores, passando a ocupar a 11ª posição entre os estados que mais produzem. Foram produzidas 16 mil toneladas de peixes em cativeiro só no ano passado.

Os dados são da Pesquisa da Pecuária Municipal divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto. O levantamento mostra ainda que um município baiano se destaca no cenário nacional da piscicultura. Em dois anos, Glória, no Norte do estado, aumentou a produção 67,9%, e avançou da nona para a terceira posição entre os maiores produtores do Brasil.

“Além do incremento no volume de produção de Glória, as nossas equipes conseguiram identificar novos estabelecimentos agropecuários de criação de peixes nesta mesma região. Isto influenciou também neste crescimento”, diz Luis Alberto Pacheco, agente de supervisão agropecuária do IBGE.

Assim como no restante do país, a tilápia é a principal espécie criada na região.  O crescimento é tão sólido que vai na contramão da tendência nacional de queda da atividade. No Brasil, a criação em cativeiro registrou queda de 2,6%. Glória só é ultrapassado por Nova Aurora, no Paraná, e Aparecida do Taboado, no Mato Grosso do Sul.

A produção de alevinos, forma jovens de peixes, também cresceu 5,4% nos últimos dois anos no Brasil. Muita gente mantem a criação de alevinos para revender aos piscicultores ou para os aquicultores, que criam peixes em aquários. Os baianos respondem por 10,9% do mercado nacional.

Paulo Afonso, também no norte da Bahia, segue como maior produtor do Brasil, respondendo por 9,4% da produção do país. Foram mais de 112.795 milheiros de alevinos – quase 1 em cada 10 existentes no país. O volume de produção ajudou a Bahia a ocupar a segunda posição nacional, ultrapassando São Paulo no ranking.

Muito mais do que simples estatísticas econômicas, os dados revelam o crescimento de atividades pecuárias voltadas para os pequenos negócios.

A Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM) é uma das principais fontes de estatísticas usadas para a formulação de políticas públicas de desenvolvimento econômico, para traçar tendências de mercado no setor privado, bem como para estudos acadêmicos.

Os dados ajudam a mostrar a realidade econômica dos municípios, e os entraves que impedem os setores produtivos de se expandir.

O levantamento mostrou também outras tendências e projeções em diversos segmentos. Os dados revelam que houve uma queda de 3,14% no rebanho bovino, que ainda não se recuperou das secas dos últimos anos. Neste contexto, os produtores de leite também enfrentam dificuldades para alavancar a produção.

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